O mundo se faz de duas coisas simples, daquilo que enxergamos e daquilo que queremos enxergar, das viagens que faço, meu mundo vivo, quebrado e sem sentido, prefiro este à realidade podre do “dia-a-dia”.
Sem modos ainda tento levar para a realidade, tentar não custa nada, nada pra quem só vê, pra quem faz custa uma vida inteira, sem medo do futuro eu ainda levo os sonhos pra vida real.
O custo ainda é menor que os resultados, dos pequenos pingos de chuva que acertam minha face a 100Km/h ao céu azul tomado por uma camada espessa de ar quente que envolve meu corpo, “poucos sabem que dá para fechar os olhos e continuar acordado”.
Seria real se eu não fosse o único, porém pode-se considerar isso uma vantagem, pois ainda alguém vai conhecer esse mundo, e quando isso acontecer vai alastrar como uma epidemia entre as pessoas ao meu redor e vai refazer os corações em paz, a mais pura e perfeita paz...
Distantes, sonhos distantes, sonhos...
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