- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
- O essencial é invisível aos olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
- O essencial é invisível aos olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
SAINT-EXUPÉRY, Antoine. O Pequeno Príncipe.
Tradução de D. Marcos Barbosa, 48a ed., 2000. p. 74.
Tradução de D. Marcos Barbosa, 48a ed., 2000. p. 74.
Acho que não devo explicar a importancia deste texto para mim, mas o que tenho a dizer para você que achou por acaso esse texto aqui é que nele está toda minha essência e tudo pelo que luto.
E mesmo que as pessoas não dêem mais valor a isso...
Vou continuar...
Abraços!
Paulo
E mesmo que as pessoas não dêem mais valor a isso...
Vou continuar...
Abraços!
Paulo
3 comentários:
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